A aldeia de Avieira do Tejo é uma das zonas consideradas críticas no que diz respeito ao risco de cheias. O fim da chuva permitiu à população ir ver como ficaram os campos agrícolas, porque as estradas continuam alagadas e até os terrenos estabilizarem ainda vai demorar.
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Na aldeia de Caneiras, em Santarém, há mais de uma semana que todas as pessoas foram retiradas de casa devido à subida das águas do rio Tejo.
“Vivemos numa zona ribeirinha sabemos que isto pode acontecer, mas veio muito de repente e fez estragos muito avultados” disse Vera Lagoa.
A aldeia de Avieira do Tejo é uma das zonas consideradas críticas no que diz respeito ao risco de cheias.
“Fiquei com 10 hectares de milho debaixo de água. É um grande prejuízo, são 50 mil euros” alertou Vera.
O fim da chuva permitiu à população ter uma perspetiva de como ficaram os campos, porque as estradas continuam alagadas e até os terrenos estabilizarem ainda vai demorar. A população espera receber alguns apoios.
“Demora tempo e vamos ver se recebemos. Se não recebermos é mesmo uma calamidade, no meu caso e noutros colegas” disse Vera.
Quem tem casa em Caneiras também conseguiu ir ver os estragos que as inundações fizeram nas suas casas.
Após as cheias, a aldeia ficou vazia e continua a estar no radar de risco do concelho de Santarém.