“Houve uma preocupação geral de todos pela situação que ocorreu em Portugal. A Comissão Europeia mostrou abertura para usar os instrumentos que já existem e também para considerar as despesas que o Estado venha a incorrer nestas tempestades e nestas cheias como despesa ‘one-off’, que significa despesa que não vai contar para a despesa líquida primária, por ser pontual”, disse o ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento.