A chuva intensa que caiu em tão pouco tempo alagou os terrenos e os agricultores, no Baixo Alentejo, estão sem condições para entrar nas terras que estão encharcadas.
Nesta altura há sementeiras por fazer e ainda há muita azeitona nas árvores para apanhar.
O presidente da Federação das Associações de Agricultores do Sul, Rui Garrido, diz que os prejuízos são elevados embora ainda não estejam contabilizados.No meio de tanta chuva há pontos positivos: as barragens estão quase cheias e as reservas, sejam subterrâneas sejam superficiais, ganham com tanta água.
Nas pastagens, há erva por todo o lado, mas as culturas forrageiras plantadas estão a sofrer com água a mais.
Rui Garrido não tem dúvidas em dizer que se a chuva continuar as culturas de outono e inverno vão ficar com excesso de água e acabam por morrer.