Como quem não quer a coisa

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por henrique pereira dos santos, em 01.04.25

Começa hoje a entrega da declaração do IRS (tomara eu que a generalidade da administração pública funcionasse tão bem como o fisco, a melhor demonstração que conheço de que são as opções de gestão as responsáveis pelo bom ou mau funcionamento dos serviços públicos).

Como é público, sugiro que seja feita a consignação do IRS à Montis.

Mas também gostaria que fosse público que eu tenho sempre medo de me tornar um sectário (de vez em quando há por aqui comentadores que garantem que sim, mas basta ler o que escrevi hoje no Observador para verificar que não tenho problema nenhum em criticar, radicalmente, políticas de governos de que estou relativamente próximo), por isso sugiro sistematicamente que se avalie a informação objectiva que existe em fontes primárias, em vez de se aceitarem fontes de informação secundárias (é mesmo a minha maior irritação com o jornalismo actual).

Sugiro que sigam esta ligação e, dentro dela, o caminho que vai dar às contas da Montis para avaliar se a consignação de 1% do IRS é bem ou mal aplicada, na vossa opinião, e só depois tomem a decisão que entenderem.

O artigo foi publicado originalmente em Corta-fitas.


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