Contra a “cultura do logo se vê”, Seguro volta em Março para verificar o que se fez

Parece que houve ali uma explosão, mas os destroços que restam não estão chamuscados. As paredes de tijolo amontoam-se, em pedaços, pelo chão, o enorme portão jaz por cima de destroços, e até os pilares que o suportavam, de cimento e ferro, estão tombados. O que deixa adivinhar a força brutal do vento implacável vindo de poente, encosta acima, enquanto foi abatendo pelo caminho eucaliptos, pinheiros, sobreiros e cedros altos até chegar ao parque empresarial de Proença-a-Nova, localizado num monte no meio da serra.

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