A publicação alerta para a forma como as alterações climáticas e a perda de natureza estão a enfraquecer, em simultâneo, as bases do sistema segurador, ao aumentar a exposição de ativos e comunidades a tempestades, cheias, secas, incêndios e ondas de calor, e ao degradar “barreiras naturais” como florestas e zonas húmidas, que funcionam como proteção e amortecimento do risco.