Em causa estão os dois lotes que ficaram excluídos da venda em 2019 ao consórcio Vanguard/Amorim Luxury, porque a DC Developments Gmbh, um gigante da promoção imobiliária da Alemanha, se opôs na altura à venda e podia fazê-lo. Hoje a transação prevista envolve a alienação “tal como está” das participações no capital social e de todos os créditos associados detidos pelos acionistas.