“Tudo aconteceu em pouco mais de 24 horas: o embaixador de Itália em Portugal entra em contacto com o seu colega. O embaixador na Enel vai falar com o CEO do grupo, que poucos dias antes tinha apresentado o seu plano de investimentos, onde estava assumido este investimento de 500 milhões. O CEO é avisado que havia esta luz laranja… que o Governo português queria revisitar as condições dos projetos das barragens. Eu recebo uma chamada de Roma a perguntar, ‘o que é que isto quer dizer’, eu digo que já se falava nisto, mas respondem-me que isto agora é ‘programa de Governo’. Nesse momento, disseram-me: ‘Acabou, parou’”, revelou ao Jornal Económico.