No âmbito do projecto H2OEfficient 2.0, vão ser realizados no Algarve três workshops formativos em Janeiro, nos dias 21, 22 e 28. O projecto H2OEfficient 2.0 reúne um consórcio de empresas e entidades, é coordenado pela Escola Superior Agrária de Santarém (ESAS) e pelo Centro Operativo e Tecnológico Hortofrutícola Nacional – Centro de Competências (COTHN-CC), conta com financiamento da Fundação Calouste Gulbenkian e «visa reforçar práticas agrícolas orientadas para a poupança e eficiência no uso da água, em resposta aos desafios da escassez hídrica, das alterações climáticas e da necessidade de sustentabilidade no sector agrícola em Portugal».
Os três workshops serão dinamizados por Miguel Tavares, da Sysmart. Estes workshops são de acesso gratuito, mediante inscrição, e o seu conteúdo pode ser consultado nas imagens em baixo.
“A importância de possuir um bom projecto para a instalação de um sistema de rega” é o tema do workshop de dia 21 de Janeiro, que tem lugar das 9h30 às 17h30 na sala de formação da Frusoal, em Vila Nova de Cacela. A inscrição pode ser efectuada aqui.

No dia 22 de Janeiro, o tema “Será possível utilizar a energia fotovoltaica para regar” estará em foco no segundo workshop, que decorre das 9h30 às 17h30 na sala de formação da Frusoal, em Vila Nova de Cacela. A inscrição pode ser feita aqui.

O terceiro workshop será dedicado ao tema “Manutenção de sistemas de rega localizada” e realiza-se no dia 28 de Janeiro de 2026, das 9h30 às 17h30, na sala de formação da Frutalgoz, em Algoz, Silves. A inscrição pode ser efectuada aqui.

O projecto H2OEfficient 2.0 arrancou em 2025, decorre até 2027 e dá continuidade ao projecto H2OEfficient, que também contou com financiamento da Fundação Calouste Gulbenkian, teve lugar de 2023 a 2025, desenvolveu iniciativas de promoção do uso eficiente da água, desenrolou-se nas regiões de Alentejo, Ribatejo e Oeste e abrangeu as culturas de tomate para indústria, pomóideas e olival. Nesta nova versão, além das áreas anteriores passa a actuar também no Alentejo Litoral, Algarve, Península de Setúbal e Vila Real, vai envolver igualmente soluções como a rega enterrada, a rega deficitária e as Águas para Reutilização (ApR) e alarga o portefólio de culturas visadas ao amendoal, ao abacate e aos citrinos.
O artigo foi publicado originalmente em Revista Frutas Legumes e Flores.
