Projeto “Ciclo das Cascas” mobiliza comunidade escolar em Faro

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No âmbito do programa EcoEscolas da EB 2/3 Santo António, em Faro, o Projeto Ciclo das Cascas, desenvolvido em parceria com a empresa municipal Fagar, arrancou no dia 16 de janeiro com sessões de esclarecimento sobre a importância da redução de bioresíduos.

Segundo Leonel Morgadinho, coordenador do programa EcoEscolas na escola, apesar de o projeto ter começado há menos de dois meses, “os resultados já alcançados são verdadeiramente extraordinários.”

Recolha de cascas supera expectativas

De acordo com o responsável, a iniciativa tem contado com forte participação da comunidade educativa. “Graças ao empenho e dedicação dos nossos alunos e ao apoio imprescindível dos pais e encarregados de educação, já conseguimos recolher 381,2 kg de cascas de alimentos!”, sublinha Leonel Morgadinho.

O coordenador acrescenta que “são menos quase 400kg que foram ‘desviados’ dos aterros.”

As quantidades recolhidas por turma, apresentadas no gráfico do projeto, revelam um envolvimento crescente por parte dos alunos e um reforço da consciência ambiental no espaço escolar.

Hastear da bandeira EcoEscolas e plantação de árvores

No dia 20 de março, entre as 9:30 e as 12:30, a escola irá assinalar também o hastear da bandeira EcoEscolas, numa manhã dedicada à sensibilização ambiental.

Durante a iniciativa serão plantadas 15 árvores autóctones no espaço escolar, numa ação realizada em parceria com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e a Fagar, que será acompanhada por sessões de sensibilização sobre a importância da floresta autóctone.

Leonel Morgadinho considera que o envolvimento da comunidade escolar tem sido determinante para o sucesso da iniciativa, afirmando que “este resultado supera largamente todas as expectativas iniciais e demonstra que, quando a comunidade educativa se une por uma causa comum, o impacto é real e transformador.”

O responsável sublinha ainda que “estamos a contribuir ativamente para a redução de bioresíduos enviados para aterro, promovendo práticas mais sustentáveis e responsáveis”.

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