O ministro também adiantou que foram entregues mais de 11 mil pedidos de apoio para estragos em habitação própria.
Segundo o ministro, já começaram a ser feitos pagamentos pelas CCDR (Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional) do Centro e de Lisboa e Vale do Tejo.
“Nós demos prioridade, evidentemente, às pessoas, depois às fábricas, onde estão os empregos das pessoas, mas agora é a altura de podermos avaliar muitos prejuízos que as câmaras tiveram”, disse o ministro, citado pela Lusa.
As CCDR também há começaram a analisar e a pagar os primeiros pedidos de apoio efetuados pelas câmara municipais, garantiu Manuel Castro Almeida.
No passado dia 13 de fevereiro, o balanço do Governo apontava para “mais de 8 200 pedidos de cidadãos ou famílias” para apoio à recuperação de casas danificadas. No apoio às famílias com perda de rendimento ou em situação de carência, contabilizava mais de duas mil candidaturas.
Relativamente às empresas, reportava de 3800 candidaturas, num montante que “já supera os 850 milhões de euros”, o que levou o Governo a reforçar a linha de crédito à tesouraria de 500 para mil milhões de euros.
No setor agrícola, havia 4500 pedidos de apoio “provenientes de todo o território nacional, e não apenas das áreas em estado de calamidade ou contingência”, sublinhava o Executivo em comunicado.