Às estradas municipais, algumas ainda cortadas, outras afetadas por abatimentos de pavimento, deslizamentos de terras e estragos em taludes – cuja reparação, segundo Helena Teodósio, custará milhões de euros -, somam-se os danos em equipamentos, sistemas de drenagem e saneamento, linhas de água, terrenos agrícolas ou áreas florestais, entre outros, potenciados pelas cheias do Baixo Mondego.