A estratégia de ir fazendo descargas das barragens e provocar cheias controladas permitiu “evitar uma grande catástrofe”, disse a ministra do Ambiente e Energia, nesta entrevista ao PÚBLICO-Rádio Renascença. “Evitámos que Lisboa fosse inundada como há muito tempo não se via”, afirmou Graça Carvalho.
Agora, a prioridade é reconstruir o tanto que ficou destruído pelas tempestades, que mostram cada vez mais o que será uma nova realidade climática: um país com Invernos em que chove uma grande quantidade concentrada de água, e também com tempestades de vento e Verões tórridos, em que o risco dos incêndios florestais está ao rubro. E prevenir: para isso, o Governo vai emitir vales para “apoiar a limpeza de terrenos”.
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